sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

segunda-feira, 30 de novembro de 2015



SENHOR EU SEI QUE TU ME SONDAS- Vencedores por Cristo


Livro Projeto Pessoal de vida!!!
http://edbbrasil.org.br/literatura-salesiana/files/0077_20120328122958.epub





Certas Coisas pra dizer-Jorge Trevisol






O MEU PROJETO DE VIDA E O PROJETO DE VIDA DE JESUS CRISTO



O Projeto de Vida de Jesus era a realização das promessas de Deus para o seu povo.

Na vida cristã, a pessoa também passa por diversos ritos que marcam as fases de sua vida. O batismo é como um novo nascimento para Deus; nós confirmamos a nossa fé, com a crisma; confessamos os nossos pecados; recebemos a eucaristia; muitos celebram o sacramento do matrimônio; outros se dedicam a um serviço específico dentro da Igreja; todos podem receber a unção dos enfermos, que nos prepara para a entrada definitiva no Reino dos céus.
Também Jesus passou por diversos ritos de iniciação. Nós estamos ainda no período do Natal, mas sabemos que os pais de Jesus cumpriram com todas as obrigações que um bom judeu deve cumprir. Jesus foi circuncidado, recebeu um nome e foi apresentado ao templo. Quando tinha doze anos, foi até Jerusalém com seus pais e ali realizou a famosa cerimônia do Bar Mitzvah. Essa é uma cerimônia muito cara aos judeus. Nela, o menino se torna “filho do preceito”, isto é, torna-se adulto na sua fé e pode ler na sinagoga e discutir as Escrituras com os mais velhos.
No evangelho de hoje, Lucas 4,14-22 fala que Jesus está começando a sua vida pública e volta à cidade de Nazaré. Sua fama, porém, já era conhecida de muita gente. Em sua terra, junto com sua gente, Ele foi à sinagoga, num dia de sábado. Ali, foi-lhe dado o livro do Profeta Isaías para ler. Ele abriu o rolo e encontrou uma parte do livro que dizia: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos e proclamar um ano de graça da parte do Senhor”. 
Todos os olhos das pessoas que estavam na sinagoga se voltaram para Jesus. Seus conterrâneos queriam saber qual a interpretação que Ele daria para esse trecho de Isaías. Mas Jesus entregou o livro ao ajudante, sentou-se e limitou-se a dizer: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. E Lucas termina o texto dizendo que todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca.
Os judeus estavam esperando por um Messias, isto é, por uma pessoa ungida por Deus, que iria devolver a liberdade ao povo e trazer a salvação de Deus. Quando Jesus leu as palavras do profeta Isaías, estava ali, diante de todos, o projeto de vida que Ele deveria cumprir.
Em primeiro lugar, Jesus era o ungido esperado por Israel e o Espírito do Senhor estava sobre Ele. Àqueles que esperavam a realização das promessas messiânicas, Jesus apenas confirmou o que o texto dizia que a profecia já estava se cumprindo. A sua fama se devia ao fato de que curava os doentes e expulsava os espíritos impuros que atormentavam a vida das pessoas. Ele não curava qualquer tipo de doença: Jesus purificava os leprosos, devolvia a vista aos cegos, a audição aos surdos e curava os paralíticos.
Em segundo lugar, tudo o que Jesus realizava era um sinal da presença de Deus no mundo. A libertação dos cativos e a libertação dos oprimidos significavam o fim da marginalização a que muitos doentes eram submetidos, sendo excluídos como indignos do seio da comunidade.
Em terceiro lugar, Jesus queria anunciar um ano de graça da parte do Senhor. Para o judeu o ano sabático devia ser um ano em que tudo o que era espúrio deveria ser purificado principalmente nas relações sociais. Os escravos recebiam a libertação, as terras voltavam aos seus donos originais e todas as dívidas contraídas eram saldadas.
Com o passar do tempo, essas tradições foram sendo descumpridas; ninguém mais sabia quem eram os donos primitivos da terra, e, pior, o povo era submetido a uma religião que não para a qual valiam mais os preceitos impostos pelos homens do que a própria Lei de Deus.
O que Jesus anunciou foi o início de outra era. Para isso, Ele teve que chamar a atenção dos seus irmãos para voltar às experiências passadas, fazer um profundo exame de consciência de suas ações e recomeçar tudo sobre bases novas, pois nele se encarnava a esperança do povo. Jesus mostrou quem Ele realmente era para os seus conterrâneos. Apresentou-lhes também o seu programa de vida. Passou na cerimônia de formatura, porque seus irmãos ficaram admirados com as palavras que saíam de sua boca.
E nós, os batizados de hoje, como nos saímos nas diversas cerimônias que celebramos? Será que ficamos apenas no ritual ou marcamos cada momento como o fim de uma etapa e o início de outra em nossas vidas? Jesus não deixa dúvidas de que o Espírito de Deus está sobre Ele e também sobre cada um de nós. Com nossas atitudes, podemos mudar o mundo, melhorar a qualidade de vida de tantos irmãos que sofrem e oferecer palavras de esperança para todos os que vivem como se a vida não tivesse mais sentido. Todos os dias, após cada Eucaristia de que participamos, nós deveríamos repetir as mesmas palavras de Jesus na sinagoga de Nazaré: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. E o que poderíamos esperar disso seria a graça de Deus nas nossas vidas e na vida de tantos irmãos que sofrem.

Estão passando nas igrejas do Brasil listas de abaixo-assinados contra a corrupção. O Papa Francisco quando esteve aqui durante a JMJ já havia sinalizado seu repúdio contra tal prática dos governos. O jovem deve se envolver?

sexta-feira, 27 de novembro de 2015



Juventude Missionária - Zé Vicente








Jovens, ide pelo mundo



   
EU ESTAREI CONTIGO!



EDUCAR PARA A CIDADANIA

Cidadania

Todo mundo tem direito
À saúde e moradia
Ao esporte e, ao respeito
O pão, lazer e alegria
Também muita segurança
Pra se ver a confiança
No rosto do cidadão
Que todos possam falar
Exigir, reivindicar
Com muita educação.

Mas também tem o dever
Pra garantir o direito
Pois devemos conhecer
Muito bem este conceito
Se não perde a autonomia
Fere a democracia
Perdendo assim a razão
Agindo de má vontade
Com pouca maturidade
Somente por emoção.

É preciso a gente ter
Toda documentação
Pra garantir o poder
Que tem todo cidadão
De participar da política
Argumentar, fazer crítica
Escolher os governantes
Lutar pela igualdade
Com responsabilidade
E poder ser militante.

Ter um salário decente
Combater a corrupção
É um direito da gente
Dever da população
Exigir dignidade
Pegar oportunidade
Superar o preconceito
Valorizar a cultura
Com grande desenvoltura
Virar povo satisfeito.

Fazer valer a verdade
Não ter medo do real
Vencer a desigualdade
E preservar a moral
Sempre ter participação
Quando houver decisão
Na sua comunidade
Defender com alegria
O tema cidadania
E viver bem na sociedade.


De José Carlos da Silva
Montanhas - RN - por correio eletrônico

Elisa Guaraná, coordenadora geral de Políticas Transversais da Secretaria Nacional da Juventude, falando sobre o Observatório Participativo da Juventude - Participatório - como um espaço voltado à produção do conhecimento para os jovens. 


 www.juventude.participatório.gov.br





Espaço virtual visa a participação social para debater políticas juvenis


segunda-feira, 23 de novembro de 2015


Participar nunca foi tão fácil. Agora, através 
do celular, computador ou tablet, 
qualquer jovem a partir de 15 anos, de todo o Brasil, vai 
poder fazer propostas para a 3ª Conferência Nacional de 
Juventude, que acontece em dezembro, em Brasília.
Como você vai mudar o Brasil? Essa é a pergunta mote 
para que qualquer usuário cadastre sua proposta. Depois 
de fazer o download do aplicativo ou acessar pelo 
computador, é só criar seu perfil e começar a participar.







Como Registrar Propostas para a 3ª Conferência Nacional da Juventude

PARTICIPE JUVENTUDE!!!



“As várias formas de mudar o Brasil”



Lançada 3ª Conferência Nacional de Juventude em Brasília

VAMOS ACOMPANHAR... PARTICIPAÇÃO É A URGÊNCIA!

terça-feira, 17 de novembro de 2015



DNJ 2015: edição de 30 anos do evento vai refletir a construção de uma nova sociedade

Lema DNJ 2015: “Juventude construindo uma nova sociedade”
Capa_DNJ_2015_para-webEstá chegando o 30º Dia Nacional da Juventude (DNJ)!
Neste ano de 2015, a juventude recebe um convite especial para as reflexões dos 30 anos de DNJ, que partem do tema da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade: Igreja e sociedade”.
O Concílio Ecumênico Vaticano II ensina a todos a serem ativos, criativos, construtores da sociedade. Essa presença dos cristãos, jovens cristãos, na sociedade recordam dois documentos importantes do Concílio: Lumen gentium (Luz dos povos) e Gaudium et spes (Alegria e esperança). O lema do DNJ 2015, “Juventude construindo uma nova sociedade”, deseja recordar a presença dos jovens cristãos na sociedade.
Na cartilha disponibilizada para download no site dos Jovens Conectados, o Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner destaca: “É jovem aquela, aquele que tem a força, o vigor de Deus. Deus é bondade, misericórdia, cuidado, fonte de todo o bem. É jovem a pessoa que imita Deus na generosidade fontal!”. Portanto, somos todos convidados a ser sinal de mudança.
Para celebrar o DNJ, é importante “preparar bem”. Por isso, os encontros de preparação são três e, o aprofundamento dos temas ajudará na celebração do Dia Nacional da Juventude:
1. Construindo uma nova sociedade;
2. Juventude e vida;
3. Juventude e política;
O DNJ tem como objetivo que seja um momento “missionário”. Para o mês de outubro, mês missionário, os jovens encontrarão um roteiro para ação missionária descrito na cartilha. Os missionários jovens anunciando, testemunhando a vida que Jesus nos deixou com sua vida, morte e ressurreição na Comunidade, na Igreja local.
O convite é: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos” (Mc 10,45).
A Pastoral Juvenil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Encontro Nacional de Revitalização, em dezembro de 2013, após a JMJ, optou por fazer um caminho de Evangelização da juventude a partir de três eixos: Missão, Capacitação e Estrutura de Acompanhamento. Esses três eixos têm seus desdobramentos nas dioceses do Brasil. Ao mesmo tempo, desenvolve-se o projeto Rumo ao 300 anos de Aparecida, em sintonia com a Igreja no Brasil com o tema: “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão”. É nesse rico contexto que a Igreja celebra os 30 anos do Dia Nacional da Juventude.

Arquivos para download

Por Fabiano  Fachini, dos Jovens Conectados.





segunda-feira, 16 de novembro de 2015

                         
JUVENTUDE PARTILHE CONOSCO O ENCONTRO COM O SENHOR...


O segredo da eterna juventude é dedicar a vida a uma causa. Dom Hélder
DEIXE-SE ENCONTRAR PELO SENHOR DA VIDA!

CARTA DE FORTALEZA

I Encontro Nacional de Juventudes e Espiritualidade Libertadora

http://www.espiritualidade2014.com.br/conteudo.asp?id=convocatoria

Jovens de diferentes lugares, regiões, sotaques, igrejas e experiências nos encontramos em Fortaleza (CE) entre os dias 1º e 04 de maio de 2014, para uma vivência e um diálogo inter-geracional sobre a espiritualidade libertadora. Foram trajetórias pessoais, comunitárias, eclesiais e de movimentos que vêm de distintos rios, riachos, lagos, cacimbas... inspirad@s pelo sonho de se construir outros mundos possíveis e animad@s na busca da justiça e pela utopia do reino de Deus, sinais de um prosseguimento do sonho de Jesus, fontes de água viva ante aos desertos de nossa história.

Reunid@s nas plenárias, oficinas e encontros cotidianos, bebemos de fontes de nossas vidas e realidades juvenis; de teologias da libertação; da memória de tantas mulheres e homens e de tantas experiências que foram vividas antes de nós.

É com essas águas que alimentamos o nosso cotidiano. Reconhecemos que a espiritualidade libertadora é um modo de viver, de expressar o apelo radical feito por Jesus quando assumiu a nossa humanidade. Essa espiritualidade perpassa nossos corpos, o nosso "coração de carne?, nossas entranhas, ante as provocações da realidade que nos oprime, permeada por sinais de morte e cruzes fixas nas esquinas de nossas casas, nas vielas de nossas comunidades, nos espaços eclesiais. Elas nos provocam para uma opção pelas pessoas excluídas e à margem do neoliberalismo, sistema idolátrico que pede vítimas. A espiritualidade deve nos levar à boa notícia da vida plena e abundante para todas as pessoas e toda a Criação. Uma vida sem muros, sem as barreiras do individualismo, fundamentalismos e intolerâncias.

Com este espírito, com humildade e rebeldia amorosa, nos comprometemos a:

- denunciar e lutar contra o extermínio da juventude negra, pobre e periférica, configurado como verdadeiro genocídio;

- enfrentar a homofobia, a lesbofobia e transfobia, que negam o direito de expressar a vivência de uma sexualidade marcada pela pluralidade e pelas diferenças;

- combater o capitalismo, o patriarcado e o machismo, que (des)estruturam a nossa casa-comum e destroem e ceifam as vidas de tantas mulheres e desumanizam os homens;

- contestar a influência do fundamentalismo religioso no exercício da política institucional, um modo de agir que testemunha uma religião arrogante, preconceituosa e excludente, que compromete a garantia do Estado Laico;

- participar ativamente no processo da reforma do sistema político brasileiro;

- sensibilizar e assumir a defesa de uma justiça socioambiental que garanta a vida do nosso planeta e de seus habitantes, assegurando os recursos naturais para as futuras gerações;

- engajar-se na luta pela justiça no campo, pela realização de uma reforma agrária popular, pela demarcação das terras indígenas e das terras ancestrais d@s quilombolas e outras comunidades tradicionais, como também pela integridade de suas culturas. Essas dimensões são fundamentais para evitar o genocídio destas populações;

- lutar contra todo tipo de atitude ou expressão de intolerância religiosa e assumir a profecia de uma vivência ecumênica que testemunhe o Mistério atuante na diversidade reconciliada;

Que a nossa espiritualidade se alimente da mesma mística de Jesus e da sua fidelidade ao sonho maior do bem-viver. Vinho novo em odres novos nos reúna na festa que já celebramos na fé do que há de vir, antecipado na alegria de nossos corpos, de nossos encontros, brincadeiras e danças na construção de mundos novos, possíveis e imaginados, numa esperança organizada.

Amém, Axé, Aleluia, Awiri.

Fortaleza, 1º a 4 de maio de 2014.



 I ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE JUVENIL







sábado, 14 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

JUVENTUDES!!!

As Juventudes são mais do que uma rede social!!!


Conflitos de Gerações: Baby Boomers, X, Y, Z e Alpha.

















http://pt.slideshare.net/aabmoreira/quatro-geraes-conflito-ou-oportunidade?from_action=save



O que pensa a Igreja com relação a REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL?

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reafirmou nesta sexta-feira, 19, sua posição contrária à redução da maioridade penal, assunto que voltou à discussão no Senado brasileiro. Para a Igreja no Brasil, a proposta para a redução não soluciona o problema da criminalidade e violência no país.
“O Senado volta a discutir a redução da maioridade penal com argumentos que poderiam ser usados também para idades menores ainda, como se esta fosse a solução para a diminuição da violência e da impunidade. A CNBB entende que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema”, diz nota da Instituição.
Segundo os bispos, a redução da maioridade penal violenta e penaliza ainda mais adolescentes, sobretudo os mais pobres, negros, moradores de periferias. E ao contrário do que se propõe pela redução, os bispos acreditam que crianças, adolescentes e jovens precisam antes “ser reconhecidos como sujeitos da sociedade, merecedores de cuidado, respeito, acolhida e oportunidades”.
A Igreja vê a necessidade de, por primeiro, verificar as verdadeiras causas da criminalidade. De acordo com a CNBB, estas estão, sobretudo, na “desagregação familiar, na falta de oportunidades, nas desigualdades sociais, na insuficiência de políticas públicas sociais, na perda dos valores éticos e religiosos, na banalização da vida e no recrutamento feito pelo narcotráfico.”
A nota da CNBB também ressalta o trabalho da Igreja Católica que, por meios de suas comunidades eclesiais, pastorais, movimentos e entidades sociais, desenvolve projetos que indicam à sociedade caminhos de ações educativas e não punitivas.
“A CNBB se une a todos os brasileiros que trabalham para que se cumpra a premissa básica da Constituição Federal, art. 227: ‘Criança e Adolescente prioridade absoluta’ e reafirma sua posição contrária à redução da maioridade penal”, conclui a nota.
André Alves – Canção Nova
                       

     



O pastor é o líder. Cada um de nós, exerce cargo de liderança. Seja no trabalho, na família ou na comunidade. De forma permanente ou em certas ocasiões, nós somos os líderes.


Na parábola do bom pastor Jesus alerta sobre como estão sendo vividas as relações de liderança.

Aqueles que recebem de Deus a missão de presidir a um grupo,  de animar uma comunidade, exercem a sua missão no respeito pela pessoa, pela sua dignidade e individualidade.

Na comunidade educativa, temos pessoas
que presidem e que animam o cotidiano escolar...

Certamente recebemos de Deus a missão de cuidar de vidas!!!  

Escola em pastoral

O termo pastoral tem uma origem cristã muito clara na figura assumida por Jesus.
Ao se assumir como bom pastor, Jesus sugere com esta figura a iniciativa amorosa de Deus que cuida, defende e promove.


termo pastoral significa atitudes de cuidado  e o espírito pastoral, inspira as pessoas cristãs no ambiente escolar a assumir práticas e comportamentos de relações responsáveis pelo bem das pessoas e do seu ambiente.